quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Foram Cardos foram Prosas

Não gosto da Manuela Moura Guedes, do Jornal Nacional, da TVI (nem quando dá a bola), mas ainda gosto menos dos Espanhóis. Além disso não gosto de favas. Vem-me agora à memoria a Via do Infante, onde existem várias tabuletas indicativas das localidades e do nome do nosso pais vizinho. Em todas elas, o nome está escrito em letra grande -ESPANHA-. Não acho incorrecto. Há que definir grandesas. Já o inverso (quem vem de Sevilha por ex) aquela aldeiazita de Huelva (Apesar de pequenita escrevi com H grande) está escrita no mesmo pé de igualdade que Portugal. Vá lá...escrevem com P grande. Mas quem não saiba, por exemplo um marroquino de camelo, ou um norte-americano do Texas ou Ohio, ou os administradores da Média Capital, pensarão que são ambas, aldeias de Espanha.

Voltando à Nossa Manuela Moura Guedes, o que o C.A. fez, não só é uma ilegalidade ao abrigo da Lei Portuguesa (Sim, Portugal é um Pais e não uma aldeia como Huelva)como uma afronta à liberdade e à democracia podre que reina no nosso pais. Todos sabemos que só fala quem pode, os que tem as costas quentes, os malucos, e os doidos(nota: maluco rico é excêntrico, o que faz toda a diferença.)
É certo que manda quem pode, mas muitas vezes o tiro pode sair pela culatra. No caso em apreço, Manuela Moura Guedes ficou definitivamente a ganhar, quer numa futura e choruda rescisão de contrato, quer em popularidade.
Este foi de certeza, o seu maior Hit. Maior do que aquele que lhe escreveu Miguel Esteves Cardoso.

Naruto

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