Antes demais um bom Ano para todos aqueles que perdem 60 segundos do seu precioso tempo neste Blog.
Neste início de ano, muito se tem falado no casamento entre o pessoas do mesmo sexo. Aliás, perde-se tanto tempo a discutir este tema como os resultados do Benfica. E isto é grave; é grave porque há problemas bem mais sérios para tratar e discutir do que propriamente este, não querendo com isto, retirar a devida importância ao mesmo.
E aqui vou eu tentar esmiuçar -e perder também eu- algum tempo com o tema.
Procurei saber concretamente de onde provêm a palavra casamento, e, então descobri a palavra “casamentu“ do Latim medieval: Ato solene de união entre duas pessoas de sexo diferente, capazes e habilitadas, com legitimação religiosa e/ou civil.
Temos então, já desde os tempos da "Maria Cachucha" que a união de duas pessoas de sexo diferente tem o nome de casamento, definição essa que ainda perdura no nosso actual código Civil.
Então porque alterar o significado da palavra? É certo que também vi definições que apenas se limitavam a dizer que se tratava de a "união de 2 pessoas" não especificando o sexo, mas se recorrermos às origens da palavra, ai a coisa muda de figura.
Fazendo uma analogia, imaginem a palavra "branco" e todos nós sabemos o que é "branco". Já "cinzento" não chamamos de "branco mais escuro, ou branco sujo" Não. Chamamos de "cinzento". Ou seja, criamos um nome para algo que, apesar de ser quase a mesma coisa, não o é!
Não quero com isto, estar a dizer que estou contra a união das pessoas do mesmo sexo. Não nada disso. Apenas acho que não deveremos meter tudo no mesmo saco.
Naruto
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